Confira abaixo vídeo das ações realizadas em 2009
"Cultura é identidade. Mais que isso, é tudo o que o homem imaginou para moldar o mundo, para se acomodar nele e torná-lo digno de si próprio. É isso a cultura: tudo o que o homem inventou para tornar a vida vivível e a morte afrontável". (Aimé Cesaire, poeta martinicano)
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Retrospectiva Quilombaque
2009: ano de muitas vitórias, sorrisos e cultura
Tenha um pouco de paciência se achar que o relato abaixo está um tanto extenso. É que em 2009 a Comunidade Cultural Quilombaque realizou tanta arte, eventos, ações e oficinas em Perus que chega até ser difícil esquematizar uma retrospectiva do ano inteiro. Mas vamos lá.
Antes de listar tudo o que fizemos neste ano de tantas conquistas é preciso ressaltar que ganhamos ainda mais representatividade e liderança nas questões importantes para o bairro. Falamos sem nenhuma falsa modéstia - os fatos e os comentários comprovam - que alcançamos uma robustez do tamanho de nossos sonhos e ideias. Este ano serviu para liquidar qualquer dúvida que pudesse existir acerca de nosso potencial de mudança e inserção na comunidade. Há muito trabalho a ser feito? Sim. Mas 2009 foi um atestado de capacidade e perseverança que delineou todas as nossas ações.
Tivemos oficinas ocupando quase todos os dias de funcionamento da Quilombaque: Tricô, Crochê e Vagonite (com a Dona Aurora), Capoeira (com Deivid, do Esquadrão Arte Capoeira), Teatro (com a galera talentosa do Grupo Pandora), Libras (com a professora Alice), Percussão (oficina que se manteve mesmo depois do término do convênio com o VAI por dois anos consecutivos) e Oficinas Ambientais (forro de caixa de leite, janelas com pet, tinta natural, lâmpadas com garrafa pet e muito mais).
Por falar nisso, realizamos um evento de grandes proporções na Praça Inácio Dias, mesclando cultura e ecologia. O I Movimento Ecocultural, que aconteceu em junho, teve mais de 12 horas de duração e contou com oficinas de origami, marmorização em papel, tinta natural - que restaurou o coreto da praça -, cinema, música, teatro e muito mais. No mês seguinte, fizemos uma passeata junto com outros movimentos sociais do bairro, saindo em cortejo com o grupo de percussão Refúgio.
As atividades na Praça Inácio Dias foram intensificadas e trouxeram momentos marcantes para todos. Além da comemoração do aniversário de 4 longos anos da Quilombaque, também fizemos diversas outras intervenções ali: Reggae na Praça (com a galera do Zafenate, que viu a praça lotar após a tradicional Festa Junina da Escola Gavião Peixoto), o tributo a Michael Jackson, dentro do projeto Radiola Urbana, dois dias após sua morte (até hoje o público presente cobra a Parte 2), e o CineQuilombo (com filmes, documentários e curtas-metragens alternativos).
É Ponto de Cultura!
O Festival das Tribos, por sua vez, trouxe diversos estilos para a Quilombaque e transformou nosso espaço em uma bela casa de shows. Tivemos festas para todos os estilos: punk - inclusive com a comemoração de 15 anos do coletivo Atitude Punk -, reggae e muito rock'n'roll. O samba não saiu das ideias, mas em 2010, com certeza, faremos uma grande roda de samba. Também em nossa sede tivemos aulas de inglês e guarani aos sábados, no segundo semestre.
Uma das principais vitórias deste ano foi a reunião de diversos grupos (culturais, ambientais e sociais) da região noroeste no Fórum de Iniciativas Jovens, que teve alguns encontros mostrando a força de nossa luta. A união destes coletivos da quebrada é a grande sacada para a transformação permanente: Sarau na Brasa, Elo da Corrente, Grupo Pandora, Esquadrão Arte Capoeira, Refúgio, S.A.C.I, Lixo Arte, Hip-Hop NAAÇÃO, Cartel Central, Immortal Conspiração, Fábrica do Conhecimento, Rede Emancipa, Projeto Espremedor, Amigos da Sandice, Phone Raps, Anita, Dona Aurora, Déborah Moraes e tantos outros grupos e pessoas que estão chegando com gás total.
Também tivemos diversas conversas com Gustavo Vidigal, secretário-executivo do Ministério da Cultura, com quem estamos discutindo a implantação de um Plano de Desenvolvimento Local abrangendo toda a região noroeste.
Para coroar este ano fomos merecidamente premiados com o Ponto de Cultura, que é um convênio com o Governo do Estado e Ministério da Cultura. Nos próximos três anos vamos desenvolver projetos culturais em toda a macro-região abrangida pelo plano: Perus, Taipas, Jaraguá, Anhanguera e Brasilândia. Sem o CEPODH, instituição com a qual fizemos um casamento de ideais e desejos de mudança, nada disso seria possível. E em 2010 teremos ainda mais trabalho, galgaremos ainda mais degraus na nossa crença de um mundo melhor.
Hip Hop na rua
E o hip hop voltou para o seu lugar de origem: a rua. Em outubro, realizamos em parceria com a Phone Raps e o Grupo NAAÇÃO, o evento Na Rua - Hip Hop em Festa, com quase 20 grupos de rap, graffiti, discotecagens e muito mais. A intenção é fazer outras edições no próximo ano.
O mesmo queremos fazer com o Perusferia - Artevismo no Beco, nosso último grande evento do ano, que revitalizou a Travessa Cambaratiba e levantou a bandeira da Campanha do Laço Branco (Homens Pelo Fim da Violência Contra a Mulher). Nosso muito obrigado à Ecos - Comunicação e Sexualidade, que acreditou na nossa luta e somou forças conosco. Agradecemos também ao Bonga e a todos os grafiteiros que participaram, além das bandas e grupos culturais que abrilhantaram o evento, que foi um certificado de nossas potencialidades e poderes.
Durante 2009 outras ações também foram importantíssimas para nosso crescimento enquanto comunidade: I Festival de Inverno de Perus, Arraiá (transformado em sarau interno por causa da chuva), Festa do Dia das Crianças na Cohab Perus (em parceria com a associação de moradores da vila), ressurgimento da Trupe Liudes de Circo e Teatro (com Dedê, Fagundes, Valmir, Andrews e Gisele), Phone Disco (festa preparada pela Phone Raps com o melhor do groove de todos os tempos) e o Refúgio (que fez diversas apresentações no bairro e também fora dele).
Com toda esta lista de realizações do ano, a Comunidade Cultural Quilombaque só tem uma coisa a dizer: vamos continuar fazendo o que sempre acreditamos ser o melhor para o bairro e para toda essa região, e nossa fortaleza está cada vez mais firme para resistirmos às intempéries que virão. Em 2010, vamos colher muitos bons frutos e também plantar muitas outras sementes, quebrando preconceitos, barreiras e cabeças quadradas, afinal de contas nosso lema é "Quebrando correntes, plantando sementes".
[Texto: Silvio Luz]
Tenha um pouco de paciência se achar que o relato abaixo está um tanto extenso. É que em 2009 a Comunidade Cultural Quilombaque realizou tanta arte, eventos, ações e oficinas em Perus que chega até ser difícil esquematizar uma retrospectiva do ano inteiro. Mas vamos lá.
Antes de listar tudo o que fizemos neste ano de tantas conquistas é preciso ressaltar que ganhamos ainda mais representatividade e liderança nas questões importantes para o bairro. Falamos sem nenhuma falsa modéstia - os fatos e os comentários comprovam - que alcançamos uma robustez do tamanho de nossos sonhos e ideias. Este ano serviu para liquidar qualquer dúvida que pudesse existir acerca de nosso potencial de mudança e inserção na comunidade. Há muito trabalho a ser feito? Sim. Mas 2009 foi um atestado de capacidade e perseverança que delineou todas as nossas ações.
Tivemos oficinas ocupando quase todos os dias de funcionamento da Quilombaque: Tricô, Crochê e Vagonite (com a Dona Aurora), Capoeira (com Deivid, do Esquadrão Arte Capoeira), Teatro (com a galera talentosa do Grupo Pandora), Libras (com a professora Alice), Percussão (oficina que se manteve mesmo depois do término do convênio com o VAI por dois anos consecutivos) e Oficinas Ambientais (forro de caixa de leite, janelas com pet, tinta natural, lâmpadas com garrafa pet e muito mais).
Por falar nisso, realizamos um evento de grandes proporções na Praça Inácio Dias, mesclando cultura e ecologia. O I Movimento Ecocultural, que aconteceu em junho, teve mais de 12 horas de duração e contou com oficinas de origami, marmorização em papel, tinta natural - que restaurou o coreto da praça -, cinema, música, teatro e muito mais. No mês seguinte, fizemos uma passeata junto com outros movimentos sociais do bairro, saindo em cortejo com o grupo de percussão Refúgio.
As atividades na Praça Inácio Dias foram intensificadas e trouxeram momentos marcantes para todos. Além da comemoração do aniversário de 4 longos anos da Quilombaque, também fizemos diversas outras intervenções ali: Reggae na Praça (com a galera do Zafenate, que viu a praça lotar após a tradicional Festa Junina da Escola Gavião Peixoto), o tributo a Michael Jackson, dentro do projeto Radiola Urbana, dois dias após sua morte (até hoje o público presente cobra a Parte 2), e o CineQuilombo (com filmes, documentários e curtas-metragens alternativos).
É Ponto de Cultura!
O Festival das Tribos, por sua vez, trouxe diversos estilos para a Quilombaque e transformou nosso espaço em uma bela casa de shows. Tivemos festas para todos os estilos: punk - inclusive com a comemoração de 15 anos do coletivo Atitude Punk -, reggae e muito rock'n'roll. O samba não saiu das ideias, mas em 2010, com certeza, faremos uma grande roda de samba. Também em nossa sede tivemos aulas de inglês e guarani aos sábados, no segundo semestre.
Uma das principais vitórias deste ano foi a reunião de diversos grupos (culturais, ambientais e sociais) da região noroeste no Fórum de Iniciativas Jovens, que teve alguns encontros mostrando a força de nossa luta. A união destes coletivos da quebrada é a grande sacada para a transformação permanente: Sarau na Brasa, Elo da Corrente, Grupo Pandora, Esquadrão Arte Capoeira, Refúgio, S.A.C.I, Lixo Arte, Hip-Hop NAAÇÃO, Cartel Central, Immortal Conspiração, Fábrica do Conhecimento, Rede Emancipa, Projeto Espremedor, Amigos da Sandice, Phone Raps, Anita, Dona Aurora, Déborah Moraes e tantos outros grupos e pessoas que estão chegando com gás total.
Também tivemos diversas conversas com Gustavo Vidigal, secretário-executivo do Ministério da Cultura, com quem estamos discutindo a implantação de um Plano de Desenvolvimento Local abrangendo toda a região noroeste.
Para coroar este ano fomos merecidamente premiados com o Ponto de Cultura, que é um convênio com o Governo do Estado e Ministério da Cultura. Nos próximos três anos vamos desenvolver projetos culturais em toda a macro-região abrangida pelo plano: Perus, Taipas, Jaraguá, Anhanguera e Brasilândia. Sem o CEPODH, instituição com a qual fizemos um casamento de ideais e desejos de mudança, nada disso seria possível. E em 2010 teremos ainda mais trabalho, galgaremos ainda mais degraus na nossa crença de um mundo melhor.
Hip Hop na rua
E o hip hop voltou para o seu lugar de origem: a rua. Em outubro, realizamos em parceria com a Phone Raps e o Grupo NAAÇÃO, o evento Na Rua - Hip Hop em Festa, com quase 20 grupos de rap, graffiti, discotecagens e muito mais. A intenção é fazer outras edições no próximo ano.
O mesmo queremos fazer com o Perusferia - Artevismo no Beco, nosso último grande evento do ano, que revitalizou a Travessa Cambaratiba e levantou a bandeira da Campanha do Laço Branco (Homens Pelo Fim da Violência Contra a Mulher). Nosso muito obrigado à Ecos - Comunicação e Sexualidade, que acreditou na nossa luta e somou forças conosco. Agradecemos também ao Bonga e a todos os grafiteiros que participaram, além das bandas e grupos culturais que abrilhantaram o evento, que foi um certificado de nossas potencialidades e poderes.
Durante 2009 outras ações também foram importantíssimas para nosso crescimento enquanto comunidade: I Festival de Inverno de Perus, Arraiá (transformado em sarau interno por causa da chuva), Festa do Dia das Crianças na Cohab Perus (em parceria com a associação de moradores da vila), ressurgimento da Trupe Liudes de Circo e Teatro (com Dedê, Fagundes, Valmir, Andrews e Gisele), Phone Disco (festa preparada pela Phone Raps com o melhor do groove de todos os tempos) e o Refúgio (que fez diversas apresentações no bairro e também fora dele).
Com toda esta lista de realizações do ano, a Comunidade Cultural Quilombaque só tem uma coisa a dizer: vamos continuar fazendo o que sempre acreditamos ser o melhor para o bairro e para toda essa região, e nossa fortaleza está cada vez mais firme para resistirmos às intempéries que virão. Em 2010, vamos colher muitos bons frutos e também plantar muitas outras sementes, quebrando preconceitos, barreiras e cabeças quadradas, afinal de contas nosso lema é "Quebrando correntes, plantando sementes".
[Texto: Silvio Luz]
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Hip Hop na origem
Na rua: evento em Perus valoriza a cultura hip hop
O hip hop está em festa. E na rua, onde surgiu e se sente mais à vontade, perto do povo da quebrada. O evento NA RUA! HIP HOP EM FESTA, realizado pela Comunidade Cultural Quilombaque, Phone Raps e NAAÇÃO no último sábado (03/10), em Perus, sintetizou a força da periferia e mostrou que a cultura hip hop ainda pode ser uma alavanca para o poder criativo de um povo forte e comprometido com a evolução das mentes e ações humanas.
Marcada para iniciar às 14h, a festa só começou perto das 18h, quando a energia foi restabelecida no bairro. Com 18 grupos escalados para tocar, o público começou a chegar de vários lugares da cidade e encheu a Travessa Cambaratiba, transformada em um belo cenário de comunhão artística. A TV de Franco também estava presente e registrou todo o evento, além de entrevistar os líderes dos grupos organizadores (confira entrevista acima com VL, do Cartel Central e do Grupo NAAÇÃO) e fazer os bastidores com os MC's, grafiteiros e DJs que participaram da festa.
A exposição de quadros pintados pelos artistas Dinas, Fofão e Ricardo Nots foi montada no muro do lado esquerdo do palco, enquanto os grafiteiros Bonga, Derf e Guetus mandaram ver nas cores e traçados primorosos em seus graffitis no outro muro. Os DJs Xerxes, Padaria Men e Pow - da Phone Raps -, além dos DJs Hadji, M.F. e André foram os responsáveis pelo set list do evento.
Livros e artes
Além das barracas de comes e bebes - cujo dinheiro arrecadado será destinado à manutenção do espaço para os cursos, oficinas e eventos -, outros grupos foram convidados a mostrar o seu trabalho, como o Lixo Arte, do Morro Doce, que montou oficina de xilogravura em um dos stands; a galera do Quilombhoje, com livros diversos sobre a cultura negra; o grupo É de Lei, que trouxe campanha educativa sobre sexualidade, com distribuição de camisinhas e informativos, além de venda de CDs e DVDs de rap a preços populares.
Por volta da meia-noite, a chuva não perdoou e desabou dos céus peruenses, encerrando os shows, mas não a certeza de que outros eventos transformadores como esse virão e que o hip hop na zona noroeste de Sampa ainda vai dar muito o que falar.
Entrevista Central Hip-Hop
Antes da festa na rua, a jornalista Ana Ju, do site Central Hip-Hop, antigo Bocada Forte, entrou em contato com a Comunidade Cultural Quilombaque para saber como funciona o protagonismo juvenil em Perus e região. A entrevista com Clébio e Cleiton Ferreira (Dedê e Fofão) está na reportagem Protagonismo juvenil: o hip-hop na linha de frente.
"Agora é o momento de unir novamente o movimento, os grupos, os MCs, os grafiteiros e tudo o mais, pois não dá mais para ficar cada um na sua, fazendo o corre individualmente. A nossa experiência aqui na Quilombaque é de comunidade, não de isolamento. E é isso que queremos valorizar cada vez mais, não só no Hip-Hop, mas nas outras artes também", diz Fofão.
O hip hop está em festa. E na rua, onde surgiu e se sente mais à vontade, perto do povo da quebrada. O evento NA RUA! HIP HOP EM FESTA, realizado pela Comunidade Cultural Quilombaque, Phone Raps e NAAÇÃO no último sábado (03/10), em Perus, sintetizou a força da periferia e mostrou que a cultura hip hop ainda pode ser uma alavanca para o poder criativo de um povo forte e comprometido com a evolução das mentes e ações humanas.
Marcada para iniciar às 14h, a festa só começou perto das 18h, quando a energia foi restabelecida no bairro. Com 18 grupos escalados para tocar, o público começou a chegar de vários lugares da cidade e encheu a Travessa Cambaratiba, transformada em um belo cenário de comunhão artística. A TV de Franco também estava presente e registrou todo o evento, além de entrevistar os líderes dos grupos organizadores (confira entrevista acima com VL, do Cartel Central e do Grupo NAAÇÃO) e fazer os bastidores com os MC's, grafiteiros e DJs que participaram da festa.
A exposição de quadros pintados pelos artistas Dinas, Fofão e Ricardo Nots foi montada no muro do lado esquerdo do palco, enquanto os grafiteiros Bonga, Derf e Guetus mandaram ver nas cores e traçados primorosos em seus graffitis no outro muro. Os DJs Xerxes, Padaria Men e Pow - da Phone Raps -, além dos DJs Hadji, M.F. e André foram os responsáveis pelo set list do evento.
Livros e artes
Além das barracas de comes e bebes - cujo dinheiro arrecadado será destinado à manutenção do espaço para os cursos, oficinas e eventos -, outros grupos foram convidados a mostrar o seu trabalho, como o Lixo Arte, do Morro Doce, que montou oficina de xilogravura em um dos stands; a galera do Quilombhoje, com livros diversos sobre a cultura negra; o grupo É de Lei, que trouxe campanha educativa sobre sexualidade, com distribuição de camisinhas e informativos, além de venda de CDs e DVDs de rap a preços populares.
Por volta da meia-noite, a chuva não perdoou e desabou dos céus peruenses, encerrando os shows, mas não a certeza de que outros eventos transformadores como esse virão e que o hip hop na zona noroeste de Sampa ainda vai dar muito o que falar.
Entrevista Central Hip-Hop
Antes da festa na rua, a jornalista Ana Ju, do site Central Hip-Hop, antigo Bocada Forte, entrou em contato com a Comunidade Cultural Quilombaque para saber como funciona o protagonismo juvenil em Perus e região. A entrevista com Clébio e Cleiton Ferreira (Dedê e Fofão) está na reportagem Protagonismo juvenil: o hip-hop na linha de frente.
"Agora é o momento de unir novamente o movimento, os grupos, os MCs, os grafiteiros e tudo o mais, pois não dá mais para ficar cada um na sua, fazendo o corre individualmente. A nossa experiência aqui na Quilombaque é de comunidade, não de isolamento. E é isso que queremos valorizar cada vez mais, não só no Hip-Hop, mas nas outras artes também", diz Fofão.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Programação - Outubro 2009
Quilombaque não pára e divulga agenda cheia
Libras - início: 07/10 (quarta), das 19h às 21h. Mensalidade: R$ 10,00 e 1kg de alimento não-perecível ou 1 produto de limpeza (manutenção do espaço). Inscrições na Quilombaque (segunda a sábado, das 14h às 20h).
Percussão - sábados, das 17h às 20h.
Capoeira - terças e quintas, das 20h às 22h.
Teatro - terças e quintas, das 18h30 às 20h30.
Tricô, crochê e vagonite - segundas e quintas, das 14h às 17h.
Inglês e Guarani - Sábado, das 16h às 17h.
Local: Comunidade Cultural Quilombaque - Travessa Cambaratiba, rua sem saída paralela à estação de trem Perus e próxima a Praça Inácio Dias, portão 05.
03/10 (sábado) - "Na Rua - Hip Hop em Festa" acontece na rua da sede da Comunidade Cultural Quilombaque, com diversos grupos do cenário hip hop, graffiti, batalha de B.Boys, discotecagens, rinha de MC's, cinema e exposição. A festa acontece das 14h à meia-noite, na Travessa Cambaratiba, rua sem saída paralela à estação de trem Perus e próxima a Praça Inácio Dias. Realização: Quilombaque, Phone Raps e NAAÇÃO.
- 11/10 (domingo) - Festa Dia das Crianças na Cohab, em Perus. A partir das 11h. Cinema, teatro, música e circo. Realização: Quilombaque e Associação dos Moradores da Cohab Perus. Participação: S.A.C.I (Cinema) e Esquadrão Arte Capoeira.
- 17/10 (sábado) - Caminhada pela Paz (participação do grupo de percussão Refúgio). Brasilândia. A partir das 12h.
- 18/10 (domingo) - Cortejo do grupo Refúgio (grupo de percussão da Quilombaque) em evento do Projeto Lixo Arte, no Morro Doce.
- De 19 a 23/10 - 20 anos do MOVA (Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos): Memórias, Mudanças e Caminhos. CEU Perus, dia 20/10. (Rua Bernardo José de Lorena, s/n). Participação do grupo de percussão Refúgio.
- 24/10 (sábado) - Sarau Quilombaque (poesia, teatro, música, percussão, circo e muito mais). A partir das 18h. Local: Quilombaque - Travessa Cambaratiba, rua sem saída paralela à estação de trem Perus e próxima a Praça Inácio Dias, portão 05. No mesmo dia, o bloco de percussão Refúgio faz apresentação na Feira Cultural da Escola Municipal Júlio de Oliveira, em Perus. Obs.: Sarau prorrogado para novembro.
- 30/10 (sexta) - Balada Eletrônica Quilombaque (com as pickups a postos, a galera jovem de Perus e região vai começar a curtir uma balada de qualidade sempre às sextas-feiras). A partir das 22h. Local: Quilombaque - Travessa Cambaratiba, rua sem saída paralela à estação de trem Perus e próxima a Praça Inácio Dias, portão 05. Obs.: Balada Eletrônica prorrogada para novembro.
- 31/10 (sábado) - CineQuilombo (cinema na praça e de graça, com curtas-metragens diversos. Tema: mês da criança). Praça Inácio Dias, em frente à estação de trem Perus.
Libras - início: 07/10 (quarta), das 19h às 21h. Mensalidade: R$ 10,00 e 1kg de alimento não-perecível ou 1 produto de limpeza (manutenção do espaço). Inscrições na Quilombaque (segunda a sábado, das 14h às 20h).
Percussão - sábados, das 17h às 20h.
Capoeira - terças e quintas, das 20h às 22h.
Teatro - terças e quintas, das 18h30 às 20h30.
Tricô, crochê e vagonite - segundas e quintas, das 14h às 17h.
Inglês e Guarani - Sábado, das 16h às 17h.
Local: Comunidade Cultural Quilombaque - Travessa Cambaratiba, rua sem saída paralela à estação de trem Perus e próxima a Praça Inácio Dias, portão 05.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Revelando São Paulo 2009
Evento traz dez dias de muita cultura popular paulista
Na última sexta-feira (11/09) começou a 13ª edição do evento Revelando São Paulo, no Parque da Água Branca. Além de valorizar a cultura popular paulista, apresentando grupos artísticos de todo o estado, o festival também traz carros de bois, charretes, manifestações religiosas, artesãos e culinaristas. A programação deste ano vai até o dia 20 de setembro.
Clique aqui para conferir a programação completa.
Revelando São Paulo
De 11 a 20/09.
Entrada franca.
Parque da Água Branca - Avenida Francisco Matarazzo, 455, próximo ao metrô Barra Funda;










(11) 3865-4130
; www.parqueaguabranca.sp.gov.br
Na última sexta-feira (11/09) começou a 13ª edição do evento Revelando São Paulo, no Parque da Água Branca. Além de valorizar a cultura popular paulista, apresentando grupos artísticos de todo o estado, o festival também traz carros de bois, charretes, manifestações religiosas, artesãos e culinaristas. A programação deste ano vai até o dia 20 de setembro.Clique aqui para conferir a programação completa.
Revelando São Paulo
De 11 a 20/09.
Entrada franca.
Parque da Água Branca - Avenida Francisco Matarazzo, 455, próximo ao metrô Barra Funda;


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