Quilombaque e CEPODH: semente gerando frutos
O salão nobre da Secretaria de Cultura de São Paulo estava lotado. As pessoas enchiam todos os cantos do espaço para ouvir o anúncio dos 300 Pontos de Cultura do Estado, na última segunda-feira (16/11). Depois de alguns discursos, veio a ansiedade por ouvir o nosso nome em alto e bom som. A apreensão era tão grande que tremer era inevitável e roer as unhas então, nem se fala. Mas dessa vez não houve engano: o CEPODH e a Comunidade Cultural Quilombaque conquistaram o Ponto de Cultura, com muita comemoração e direito à lágrimas, gritos de euforia e largos sorrisos.
Parabéns a todos que se envolveram no processo de construção deste projeto. Parabéns a todos que estão sempre conosco e compartilham o ideal de mudar o mundo por meio da arte, da cultura e da educação. Perus e região nunca mais serão os mesmos. A palavra REVOLUÇÃO aparece muitas vezes por aqui, mas não há como não perguntar sempre: quer armas melhores do que estas que temos em mãos?
A conquista é mais do que merecida, e não é só nossa. É de todo um bairro, de toda a região noroeste e municípios vizinhos. É de pessoas comprometidas com a transformação de um lugar, de vidas, de pontos de vista. Nossas ideias estão em ebulição, comemorando entusiasticamente a certeza da mudança e da vitória. Viva o Centro Cultural Quilombaque! Viva a todos nós, guerreiros, resistentes, que não deixam os obstáculos ser maiores do que os queremos! Hasta la victoria siempre!
Para conferir a lista dos 300 Pontos de Cultura selecionados, clique aqui. Abaixo segue um poema emocionado de Nado Itaguary, integrante do grupo Amigos da Sandice e presidente do CEPODH:
Um ponto que marcará um ponto,
Um ponto de cultura na gente,
Um ponto de expressão diversificado,
Um ponto de afirmação, antes uma interrogação,
Um ponto de tu e de todos,
Um ponto comum, de comunidade,
Um ponto negro, de raça, de graça, de alegria,
Um ponto que cê pode participar,
Um ponto de encontro, de café, de idéias, de práticas,
Um ponto de paz, de aconchego, de luz,
Um ponto de vai e vem, perto da estação de trem de Perus,
Um ponto de mudanças, de reencontros com nossas raízes culturais,
Um ponto de manifestação do não ser, dos sem nada, dos daqui antes da ponte da marginal,
Um ponto no corpo livre, livre de toda a exploração do capital e da alienação da "indústria cultural",
Um ponto perto de nós, um ponto pra nós, um ponto do Estado de São Paulo, um ponto do Brasil,
Um ponto que vale mais que um quilo, vale um Quilombo, uma Quilombaque, uma resistência, um sonho, uma luta, uma rebeldia,
Um ponto, não um ponto qualquer, um ponto de questionamentos, de perguntas, de criticidade, de democracia, de partilha, de experiências, de solidariedade, de VIDA.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
A Revolta dos Perus
Pandora: do ritmo do samba ao silêncio da ditadura
Crédito: grupopandora.blogspot.com
Neste sábado (14/11), a partir das 14h, o grupo Pandora de Teatro apresentou a indispensável peça "A Revolta dos Perus" na praça que fica na entrada do Recanto dos Humildes e Jd. da Conquista, em Perus. A encenação de quase uma hora conta a história do bairro, passando pela emblemática história da Fábrica de Cimento e todos os seus desdobramentos, como a greve realizada pelos trabalhadores que ficaram conhecidos como queixadas. Durante a peça, muitas crianças interagiam com o grupo e faziam suas próprias reflexões sobre os temas apresentados. Os olhares eram os mais atentos possíveis, mesclando estranheza e encantamento com aquela manifestação cultural.
Ao fim do espetáculo, um dos integrantes perguntou ao público - que também era formado por jovens, adultos e um bêbado, personagem que nunca falta no teatro de rua - se existiam muitas peças (ou shows, como uma das crianças definiu a encenação) por ali. A resposta das vozes infantis foi um coro de "não" e a réplica foi a seguinte: "Então podem se acostumar, voltaremos com muito teatro pra vocês". Aplausos. O trabalho do Grupo Pandora é um dos braços vigorosos de todo o movimento social e cultural que ferve nas veias de muitos que vivem neste cantinho da periferia paulistana chamado Perus.
A liberdade é meu lugar
"Nesta cidade chegamos, de chocalho e acordeon, pro menino, pro soldado, pro rapaz, pro jornaleiro, pro solteiro, pro casado e pra quem não é perfeito. Nesta cidade chegamos, e não tem volta mais não, que é pra quem quiser ouvir, que é pra quem ouvir sonhar, que aqui nesse país, a liberdade é meu lugar". Esse é a canção que abre e fecha o espetáculo A Revolta dos Perus, essencial para todos aqueles que queiram conhecer um pouco mais a história de um bairro e da resistência de um povo.
Para conhecer um pouco mais sobre o trabalho dos peruenses do Pandora, acesse o blog oficial do grupo. E para ler um pouco mais sobre a história de Perus, clique aqui.
[Texto: Silvio Luz]
Ao fim do espetáculo, um dos integrantes perguntou ao público - que também era formado por jovens, adultos e um bêbado, personagem que nunca falta no teatro de rua - se existiam muitas peças (ou shows, como uma das crianças definiu a encenação) por ali. A resposta das vozes infantis foi um coro de "não" e a réplica foi a seguinte: "Então podem se acostumar, voltaremos com muito teatro pra vocês". Aplausos. O trabalho do Grupo Pandora é um dos braços vigorosos de todo o movimento social e cultural que ferve nas veias de muitos que vivem neste cantinho da periferia paulistana chamado Perus.
A liberdade é meu lugar
"Nesta cidade chegamos, de chocalho e acordeon, pro menino, pro soldado, pro rapaz, pro jornaleiro, pro solteiro, pro casado e pra quem não é perfeito. Nesta cidade chegamos, e não tem volta mais não, que é pra quem quiser ouvir, que é pra quem ouvir sonhar, que aqui nesse país, a liberdade é meu lugar". Esse é a canção que abre e fecha o espetáculo A Revolta dos Perus, essencial para todos aqueles que queiram conhecer um pouco mais a história de um bairro e da resistência de um povo.
Para conhecer um pouco mais sobre o trabalho dos peruenses do Pandora, acesse o blog oficial do grupo. E para ler um pouco mais sobre a história de Perus, clique aqui.
[Texto: Silvio Luz]
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Programação - Novembro
- Marcha Contra os Pedágios, com intervenções culturais da Quilombaque e grupo Pandora de teatro.
Dia 07/11, às 9h, no Km 22,5 da Rodovia Anhanguera.
- Phone Disco, discotecagens com sonoridade anos 70 e 80 (grupo de DJs Phone Raps)
Dia 14/11, às 19h. Comunidade Cultural Quilombaque (Travessa Cambaratiba, número 05, paralela à estação de trem Perus e próxima à Praça Inácio Dias). obs.: prorrogado para o dia 28/11, às 19h.
- Homenagem a Carlos Assumpção (foto)
Dia 20/11, às 16h - Biblioteca do Centro Cultural da Juventude (Av.Deputado Emílio Carlos, 3.641 (ao lado do terminal Cachoeirinha). Grande nome da poesia negra brasileira, o escritor participa deste encontro organizado em sua homenagem pelo Coletivo Cultural Poesia na Brasa e o Projeto Espremedor. Apoio: Elo da Corrente, Comunidade Cultural Quilombaque, CICAS e Sarau da Ademar. 100 vagas. Grupo Refúgio (tambores) vai fazer uma intervenção.
- Palestra Consciência Negra.
Dia 21/11, às 16h. Comunidade Cultural Quilombaque (Travessa Cambaratiba, número 05, paralela à estação de trem Perus e próxima à Praça Inácio Dias). obs.: prorrogado para o dia 28/11, às 16h.
- CineQuilombo, com o filme "Zumbi somos nós"
Dia 28/11, às 19h30. Praça Inácio Dias, em frente à estação de trem Perus CPTM. obs.: antecipado para o dia 27/11 (sexta), às 19h30.
MOVA
Inscrições abertas pelo e-mail quilombaque@gmail.com ou em nossa sede - Travessa Cambaratiba, portão 05, paralela à estação de trem Perus.
Cursos e oficinas:
Libras - toda quarta-feira, das 19h às 21h. Mensalidade: R$ 10,00 e 1kg de alimento não-perecível ou 1 produto de limpeza (manutenção do espaço) no ato da inscrição.
Percussão - sábados, das 17h às 20h.
Capoeira - terças e quintas, das 20h às 22h.
Teatro - terças e quintas, das 18h30 às 20h30.
Tricô, crochê e vagonite - segundas e quintas, das 14h às 17h.
Oficinas Ambientais (forro de telhado com caixinhas de leite, janelas com pet, tinta natural, jardim com pneus, etc) - Todos os sábados, a partir das 10h.
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domingo, 1 de novembro de 2009
NÃO aos pedágios!
Marcha na Rod. Anhanguera protesta contra abuso
No próximo sábado (07/11), a Comunidade Cultural Quilombaque se junta aos movimentos e grupos sociais de Perus e Anhanguera para uma luta importante: a Marcha contra os Pedágios, Pelo Direito de Ir e Vir. A partir das 9h, próximo ao CEU Anhanguera, na Rodovia Anhanguera, todos vão se reunir e marchar em direção ao pedágio do km 26, que fica antes do bairro Chácara Maria Trindade. A manifestação é contra todos os pedágios irregulares que cercam Perus e região pelo rodoanel e Anhanguera.
Venha lutar conosco contra este abuso! A Quilombaque e o Grupo Pandora preparam uma intervenção artística para a ocasião. Confira o cartaz e ajude a divulgar!
No próximo sábado (07/11), a Comunidade Cultural Quilombaque se junta aos movimentos e grupos sociais de Perus e Anhanguera para uma luta importante: a Marcha contra os Pedágios, Pelo Direito de Ir e Vir. A partir das 9h, próximo ao CEU Anhanguera, na Rodovia Anhanguera, todos vão se reunir e marchar em direção ao pedágio do km 26, que fica antes do bairro Chácara Maria Trindade. A manifestação é contra todos os pedágios irregulares que cercam Perus e região pelo rodoanel e Anhanguera.
Venha lutar conosco contra este abuso! A Quilombaque e o Grupo Pandora preparam uma intervenção artística para a ocasião. Confira o cartaz e ajude a divulgar!
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terça-feira, 27 de outubro de 2009
Refúgio em Mogi das Cruzes
Bloco de percussão agita convenção de Turismo
O bloco de percussão Refúgio marcou presença na Convenção de Turismo dos alunos do Instituto Federal de São Paulo (IFSP), no último domingo (25/10), em Mogi das Cruzes. Fechando as palestras e debates, o grupo colocou todo mundo pra dançar ao som do samba-reggae, baião, funk e maracatu. O tempo estava nublado, mas o calor do Refúgio contagiou a todos. Confira algumas fotos da apresentação no sítio Terra do Saber:









Para conferir mais fotos, clique aqui e acesse nosso álbum no Orkut.
O bloco de percussão Refúgio marcou presença na Convenção de Turismo dos alunos do Instituto Federal de São Paulo (IFSP), no último domingo (25/10), em Mogi das Cruzes. Fechando as palestras e debates, o grupo colocou todo mundo pra dançar ao som do samba-reggae, baião, funk e maracatu. O tempo estava nublado, mas o calor do Refúgio contagiou a todos. Confira algumas fotos da apresentação no sítio Terra do Saber:









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segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Lixo Arte
Festival faz reciclagem do olhar no Morro Doce
O protagonismo juvenil e a efervescência cultural na periferia são elementos já bem conhecidos por quem está vivendo essa revolução por meio da cultura e da arte diariamente. E é isso que o grupo Lixo Arte está promovendo no Morro Doce, região carente da zona noroeste de Sampa. Carente de escolas, de infra-estrutura e de equipamentos públicos diversos, mas não de ideias, inteligência e pessoas empenhadas e comprometidas com a mudança local.
O 1º Festival Cultural Lixo Arte, que aconteceu durante todo o dia do último domingo (18/10), é um exemplo disso. Reciclando o olhar e ajudando a transformar um bairro, os líderes do projeto, selecionado pelo segundo ano consecutivo pelo VAI, chamaram grupos musicais, de dança, grafiteiros e a população para curtir uma festa bem ensolarada. O palco foi a EMEF Marili Dias, que fica na Vila dos Palmares, onde o Lixo Arte desenvolve atividades e oficinas.
Entre as atrações destacaram-se os grupos Refúgio (percussão da Comunidade Cultural Quilombaque), DJs Phone Raps, Gueto Sem Luz, Dançarinas da Luz, S.A.C.I, grupos de hip-hop e muito mais. O festival começou por volta das 10h e se estendeu até as 21h. Força e coragem para a galera do Lixo Arte! A batalha é árdua, mas a união nos fará cada vez mais vencedores.
Sobre o Lixo Arte
O Projeto Lixo Arte realiza cursos que promovem a conscientização social, cultural e ecólogica das pessoas, difundindo a cultura de forma geral, abrangendo a arte de rua, artes plásticas, dança de rua e saídas culturais. Desta forma, busca-se a sensibilização da comunidade para problemas existentes em relação à ecologia, meio ambiente e lixo em locais impróprios. Além de proporcionar intercâmbios culturais entre os bairros vizinhos, o grupo estabeleceu articulações com outras comunidades da zona oeste e também de outras regiões da capital, buscando fortificar mais pontos de cultura no extremo oeste paulista, com foco no Morro Doce.
Clique aqui para acessar o perfil do Lixo Arte no Orkut.
O protagonismo juvenil e a efervescência cultural na periferia são elementos já bem conhecidos por quem está vivendo essa revolução por meio da cultura e da arte diariamente. E é isso que o grupo Lixo Arte está promovendo no Morro Doce, região carente da zona noroeste de Sampa. Carente de escolas, de infra-estrutura e de equipamentos públicos diversos, mas não de ideias, inteligência e pessoas empenhadas e comprometidas com a mudança local.
O 1º Festival Cultural Lixo Arte, que aconteceu durante todo o dia do último domingo (18/10), é um exemplo disso. Reciclando o olhar e ajudando a transformar um bairro, os líderes do projeto, selecionado pelo segundo ano consecutivo pelo VAI, chamaram grupos musicais, de dança, grafiteiros e a população para curtir uma festa bem ensolarada. O palco foi a EMEF Marili Dias, que fica na Vila dos Palmares, onde o Lixo Arte desenvolve atividades e oficinas.
Entre as atrações destacaram-se os grupos Refúgio (percussão da Comunidade Cultural Quilombaque), DJs Phone Raps, Gueto Sem Luz, Dançarinas da Luz, S.A.C.I, grupos de hip-hop e muito mais. O festival começou por volta das 10h e se estendeu até as 21h. Força e coragem para a galera do Lixo Arte! A batalha é árdua, mas a união nos fará cada vez mais vencedores.
Sobre o Lixo Arte
O Projeto Lixo Arte realiza cursos que promovem a conscientização social, cultural e ecólogica das pessoas, difundindo a cultura de forma geral, abrangendo a arte de rua, artes plásticas, dança de rua e saídas culturais. Desta forma, busca-se a sensibilização da comunidade para problemas existentes em relação à ecologia, meio ambiente e lixo em locais impróprios. Além de proporcionar intercâmbios culturais entre os bairros vizinhos, o grupo estabeleceu articulações com outras comunidades da zona oeste e também de outras regiões da capital, buscando fortificar mais pontos de cultura no extremo oeste paulista, com foco no Morro Doce.
Clique aqui para acessar o perfil do Lixo Arte no Orkut.
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quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Sorriso de criança
Quilombaque fez a festa na Cohab de Perus

Como já virou tradição, a Comunidade Cultural Quilombaque não deixou passar em branco o Dia das Crianças. Em parceria com a Associação de Moradores da Cohab Perus, desta vez a festa aconteceu com os prédios da Cohab, em Perus, como cenário de fundo, e as dezenas de crianças como protagonistas da alegria. Foram dois dias - domingo e segunda (11 e 12/10) - de muitos sorrisos estampados nos rostos infantis, que estavam por todos os lados.
No domingo subiram ao palco - guinchado dias antes da sede da Quilombaque até a Cohab - As Chiquitas, formado por crianças do próprio lugar, o grupo Pandora com a peça A Revolta dos Perus (que teve grande interação com o público), e ainda cinema de graça para toda a criançada, com o filme infantil Deu a Louca na Branca de Neve.
Já na segunda-feira, feriado de Dia das Crianças e da Padroeira do Brasil, a chuva tentou atrapalhar um pouco, mas logo se rendeu às traquinagens e brincadeiras infantis. Além da distribuição de brinquedos, as crianças se divertiram com as palhaçadas da Trupe Liudes (foto acima - Neneco, Torradinho, Candango e Puguinha), com o batuque do grupo Refúgio - teve até pedidos de bis para o funk -, as rimas certeiras do Cartel Central - que encampou o tema do evento, contra a pedofilia -, e ainda a dupla sertaneja Ari e Arizona.
Sem dúvida nenhuma, a Comunidade Cultural Quilombaque continuará animando a vida de muitas crianças, não só em um ou dois dias específicos, mas durante todo o ano.

Como já virou tradição, a Comunidade Cultural Quilombaque não deixou passar em branco o Dia das Crianças. Em parceria com a Associação de Moradores da Cohab Perus, desta vez a festa aconteceu com os prédios da Cohab, em Perus, como cenário de fundo, e as dezenas de crianças como protagonistas da alegria. Foram dois dias - domingo e segunda (11 e 12/10) - de muitos sorrisos estampados nos rostos infantis, que estavam por todos os lados.
No domingo subiram ao palco - guinchado dias antes da sede da Quilombaque até a Cohab - As Chiquitas, formado por crianças do próprio lugar, o grupo Pandora com a peça A Revolta dos Perus (que teve grande interação com o público), e ainda cinema de graça para toda a criançada, com o filme infantil Deu a Louca na Branca de Neve.
Já na segunda-feira, feriado de Dia das Crianças e da Padroeira do Brasil, a chuva tentou atrapalhar um pouco, mas logo se rendeu às traquinagens e brincadeiras infantis. Além da distribuição de brinquedos, as crianças se divertiram com as palhaçadas da Trupe Liudes (foto acima - Neneco, Torradinho, Candango e Puguinha), com o batuque do grupo Refúgio - teve até pedidos de bis para o funk -, as rimas certeiras do Cartel Central - que encampou o tema do evento, contra a pedofilia -, e ainda a dupla sertaneja Ari e Arizona.
Sem dúvida nenhuma, a Comunidade Cultural Quilombaque continuará animando a vida de muitas crianças, não só em um ou dois dias específicos, mas durante todo o ano.
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