segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Casamento

CEPODH e Quilombaque finalmente trocam alianças

O contrato matrimonial finalmente foi selado. Como em todo casamento, a cerimônia foi tensa e cheia de adrenalina, mas no final deu tudo certo. A noiva apareceu atrasada com a luz no fim do túnel, que pode ser chamado de esperança e revestido de transformação, e também traduzido na crença em si mesmo e no outro. O céu não é e nunca será o limite para mentes sonhadoras.

O projeto Centro Cultural Quilombaque, realizado em parceria com o Instituto CEPODH (organização não governamental, de Educação para os Direitos Humanos, Cultura, Trabalho e Cidadania), sediado em Taipas, foi entregue à Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo nesta segunda-feira (31/08) depois de muita correria, suores muitos e trabalho árduo de semanas.

O resultado do edital de Ponto de Cultura sai em breve, mas o aprendizado e a experiência de mais um projeto entregue já valeram para o currículo de cada um que se envolveu e se responsabilizou por mais este passo na construção de futuros e janelas gigantescas para um novo amanhã. Aguarde. Nos próximos três anos não haverá mais bases sólidas nem mesmices. A revolução cultural e educacional está chegando.

Mesmo que o corpo e a mente se cansem de vez em quando, os anseios por transformação e protagonismo de sua própria história continuarão a guiar os corações e as ações destes bravos guerreiros, que não encaram o mundo como um lugar de passagem, mas a passagem como um mundão de possibilidades e sonhos. Sonhar é possível, sonhar é preciso. É urgente! E que os "noivos" sejam felizes no agora e no hoje. "O noivo já pode beijar a noiva".

2 comentários:

Centro de Educação Popular e Direitos Humanos disse...

Realmente quero revelar mais uma vez o meu amor pela CULTURA e pela EDUCAÇÃO, elas são sinais paradigmáticos de uma revolução cotidiana que nasce de parcerias sólidas, do movimento cultural no percurso da história, e de movimentos sociais por uma educação de qualidade, pública e democrática, nas de pessoas, organizações que acreditam no sonho belo e possível de se realizar no mundo, só assim mundamos o mundo, apostando e lutando por nossos sonhos coletivos e pessoais, o casamento é assim uma parceria de sonhos, projetos de VIDA, de desejos, de prazeres, de sacrifícios, renúncias, delicadeza, carinho, afeição, companheirismo, acredito de fato, que o CEPODH E A QULOMBAQUE estão começando bem esta trajetória de AMOR, DOAÇÃO, COMPROMISSO, UTOPIAS, FELIZ CASAMENTO, ABS.

Anônimo disse...

Saudações guerreiros.
Enquanto existirem pessoas que ainda acreditam na educação como um meio de transformação social real, podemos perceber que nossos trabalhos não estão sendo em vão. Caímos, mas se percebemos que não estamos sós, a batalha é menos desigual, o objetivo trançado é o mesmo, e que nossas alianças seja com os nossos.
Axé Quilombaque, muita luz e muitas vitórias nas nossas caminhadas.
Vagner Souza-Coletivo Cultural Poesia na Brasa