Confira as atividades do Ponto de Cultura para outubro
Diagramação: Cleiton Ferreira (Fofão)
Redação: Silvio Luz
Coordenador do projeto: Clébio Ferreira
"Cultura é identidade. Mais que isso, é tudo o que o homem imaginou para moldar o mundo, para se acomodar nele e torná-lo digno de si próprio. É isso a cultura: tudo o que o homem inventou para tornar a vida vivível e a morte afrontável". (Aimé Cesaire, poeta martinicano)
A nova formação da Trupe Liuds - que está bem empenhada em desenvolver novas palhaçadas e esquetes - estreou no último sábado (25/09) o espetáculo "No Varal", que resgata as antigas reprises criadas por grandes palhaços brasileiros, como Picolino, Carequinha, Arrelia, entre outros. O show circense aconteceu na Praça Jd. Monte Belo, no Morro Doce, e integrou as atividades culturais do Ponto de Cultura Quilombaque.






Texto: Silvio Luz
A festa Quinostalgia é mais uma aposta da Comunidade Cultural Quilombaque na área musical. O evento acontece no dia 09/10 (sábado), a partir das 23h, com a proposta de reviver os clássicos das décadas de 70 e 80 que marcaram história. Os toca-discos ficam por conta dos DJs André Alves, Xerxes (Phone Raps) e Coelhão. A entrada é R$ 5,00 (homem) e free (mulher).







Texto e fotos: Silvio Luz




Texto e fotos: Silvio Luz






Texto: Silvio Luz
Na última quinta-feira (23/09) a roda de poemas (edição 124) do sarau Elo da Corrente, de Pirituba, realizou o lançamento do livro A rima denuncia, de GOG. O encontro contou com a presença do próprio GOG e também do camarada Nelson Maca (Blackitude-BA), que organizou a obra, além de vários malungos de diversas quebradas e movimentos e os poetas e poetisas que fortalecem todas as quintas no Bar do Santista, em Pirituba.
Foi, sem dúvida, uma celebração da nossa cultura, da nossa literatura. Tinha uma força, uma intensidade diferente no ar. Todo mundo dando o máximo pra chamar os tambores, recitar, denunciar, celebrar... Momentos como este ficam marcados na memória da quebrada.
O bar ficou pequeno, mais ao mesmo tempo grande, pois a cidade inteira estava lá dando o ar da palavra: Zona Norte estava lá, Zona Leste estava lá, Zona Oeste estava lá, Taboão estava lá, Jundiaí estava lá, a Bahia estava lá, Rio de Janeiro estava lá, Brasília estava lá, Pernambuco estava lá, e não há mais como voltar, pois o que se planta em terra fértil enraíza pra eternidade.





Texto: Michel Yakini (Elo da Corrente)



